Paula Sanffer luta contra doença e acredita que música é um diferencial


Paula Sanffer deixou Feira de Santana, na Bahia, para vir ao Rio de Janeiro se apresentar na quarta noite de Audições às Cegas. Ela cantou “Ai Que Saudade de Ocê/Beija-Flor” e fez as cadeiras Carlinhos Brown e Claudia Leitte virarem. A escolha da participante foi ficar no time do técnico, que é um grande ídolo. “Ele é uma referência musical muito forte”, confessa.


O recomeço

Há dois anos, a vida de Paula Sanffer deu uma reviravolta com a descoberta do lúpus, doença autoimune. Mesmo quando esteve com a saúde muito debilitada, ela não deixou de lado nem a fé, nem a música. “Depois que venci essa questão de saúde, algo muito vivo cresceu dentro de mim. Achei que era a hora de me inscrever e de fazer o diferencial. Não foi à toa que Deus me tirou de lá para estar no palco do The Voice Brasil”, reflete.


O início
A baiana, que começou a cantar quando tinha sete anos, vem de uma família evangélica e cheia de artistas. A integrante do time de Carlinhos Brown garante que a religião não atrapalha em nada. “A música é uma arte e me aproxima de Deus, independente do que eu esteja cantando. Estou feliz com o que faço e tem dado certo. Quero ser um canal de alegria”, afirma. 


Paula Sanffer também gosta de compor e já gravou dois discos gospel. Ela vive apenas de música e canta em bares e festas particulares.

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